sábado, 16 de junho de 2007

Efeito Borboleta

Este é um filme que precisa ser visto por todos. Temos o Efeito Borboleta, e o Efeito Borboleta 2. Vejam o primeiro, depois o segundo. A família toda vai gostar, o filme é ótimo, uma trama que prende a pessoa na cadeira. Leia uma resenha do filme, obtida no site http://www.guiadasemana.com.br/

Nascido numa pacata cidade norte-americana, Evan Treborn (Ashton Kutcher) não é uma criança normal. Com o pai internado por causa de problemas mentais e criado apenas pela mãe, Andrea (Melora Walters), o menino começa a apresentar "blackouts" de memória quando está sob pressão emocional. Depois de passar por uma série de exames, o médico recomenda que o garoto faça um diário, numa tentativa de recuperar as lembranças que ficam reprimidas. A adolescência de Evan, no entanto, continua sendo uma série de desastres para ele e os três amigos: o medroso Leny, o malvado Tommy e a namoradinha Kayleigh.

Separados definitivamente por uma tragédia, a qual o rapaz não consegue se lembrar, ele muda de cidade ao lado da mãe. O tempo passa. Ainda com problemas de memória, Evan se torna um estudante de psicologia e vai morar numa república. Um dia, ao ler os diários da infância, ele começa a ter visões e a lembrar tudo o que os "blackouts" de sua mente reprimiram no passado. O rapaz imagina que está interferindo no passado e fazendo mudanças em alguns fatos. Mas, não era imaginação. As alterações feitas começam a refletir no presente e as conseqüências, acidentalmente, prejudicam ele ou os amigos. Evan fará várias tentativas de voltar ao passado para consertar tudo que deu errado na esperança de dar um desfecho feliz à sua trágica adolescência.

Efeito Borboleta é um filme que enfoca, entre outras coisas, a teoria do caos. O título vem de um tradicional exemplo usado para explicá-la: "uma borboleta que bate asas na China e causa um furacão na América". A grosso modo, a tese afirma que a evolução da ordem de um sistema depende de sua situação inicial.

4 comentários:

michelle bremm disse...

Já assisti os dois filmes, embora tenha achado o primeiro melhor que o segundo, no fim os dois são bons, nos fazem refletir sobre as muitas vezes que queríamos voltar no tempo e modificar as coisas, mas então nos damos conta que apesar de coisas ruins terem acontecido, muitas outras boas também aconteceram, então é melhor não mexermos em nada que já passou e sim tentar fazer as coisas certas daqui para a frente.
Abraços.

Fernando Seffner disse...

De fato, mexer no passado parece não ser uma boa, o melhor é mexer apenas nas interpretações dele. Isso vamos trabalhar na interdisciplina.

isabel disse...

Este filme foi recomendado para mim pela Sheila,tutora de Sapiranga.Porém , ainda não consegui ver. Com certeza verei mais tarde.Beijos. Isabel Machado

Kellica disse...

Assisti ao filme Efeito Borboleta e achei muito interessante.
Concordo com a colega Michele, e reforço que no passado reside o alicerce do ser que nos tornamos. Alterado modificaria nossa essência. Também tenho pra mim, que o que fizemos, por pior que seja, era o melhor que podíamos dar naquele momento. Nessa premissa reside a maior dificuldade em entender o outro. Geralmente analisamos tudo considerando nossas experiências e vivências, quando deveríamos tentar pensar como o outro, à luz das suas vivências.
Recomendo o filme “Como se fosse a primeira vez”, onde apesar de não ter influência no passado, a personagem principal deleta-o diariamente e seus familiares vivem na tentativa de fazê-la recordar.